Gestão Ambiental
O Estado de São Paulo perdeu sua capacidade de planejamento, de investimento e de mediação de conflitos na área sócio-ambiental o que concorre para a diminuição da importância paulista na economia brasileira e no aumento da degradação urbana e do campo.
O governo estadual não tem dado à devida atenção ao Sistema Estadual de Meio Ambiente, sobretudo à Secretaria enquanto principal órgão gestor. A recente “reestruturação” da Secretaria, com a centralização de todo o licenciamento ambiental na Companhia Ambiental do Estado de São Paulo - CETESB não foi acompanhado de um planejamento adequado, o que comprometeu ainda mais a qualidade do serviço prestado.
A idéia do desenvolvimento ambientalmente sustentável, economicamente viável e socialmente justo, deve estar presente nas políticas públicas e nos programas de infra-estrutura. É fundamental um novo modelo que incorpore a sustentabilidade ambiental como um eixo estruturador e como política transversal que dialogue com todo o programa de governo.
Pedagiômetro
sexta-feira, 30 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
domingo, 25 de julho de 2010
Certeza de luta contra o Pedágio abusivo. on Twitpic
Certeza de luta contra o Pedágio abusivo. on Twitpic
Sem dúvida, Zé Aristeia 13666 será o deputado mais indicado pra representar a luta contra o pedágio, essa praga tucana que se estabeleceu no estado de São paulo.
Sem dúvida, Zé Aristeia 13666 será o deputado mais indicado pra representar a luta contra o pedágio, essa praga tucana que se estabeleceu no estado de São paulo.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
O PT e o uso das mídias na internet
Sem dúvida o PT com sua busca incessante pela liberdade de expressão, tem na internet um importante aliado. O partido quer e vai fazer história com o uso desse meio nas próximas eleições. O Branco tem disseminado por onde passa o seu uso, deixando uma ligião de internautas PeTistas engajados para também aqui dar-mos um banho nas próximas eleições.
Veja um exemplo do que pode ser feito, sendo feito.... http://www.pt.org.br/portalpt/tvpt/video-543-6412
Veja um exemplo do que pode ser feito, sendo feito.... http://www.pt.org.br/portalpt/tvpt/vide
domingo, 11 de julho de 2010
Entrevista com o vereador Linho
Essa é a primeira entrevista do blog, que já vinha atuando com alguns textos, porém começará a fazer jus ao título. O “Blog entrevista do Dão Ferreira” escolheu o vereador Linho por sua atuação de grande valia na Câmara Municipal de Indaiatuba. Fala-nos de eleição, mas principalmente do seu companheiro de partido Zé Aristeia, candidato a Deputado Estadual ao qual faz questão de frisar seu importante apoio.
Linho: “O PT precisa se preparar para assumir num futuro brevíssimo o poder municipal em Indaiatuba, assim como o PT se preparou para assumir o poder nacional.”
Dão Ferreira - Quantos mandatos você já teve, contando com o atual?
Linho - Estou cumprindo o terceiro mandato.
Dão Ferreira - Como vê a atual administração da cidade de Indaiatuba?
Linho - Vejo como uma administração sem um projeto concreto de governo, desligada dos grandes temas como segurança, meio ambiente e políticas públicas. Creio que Indaiatuba passa por um retrocesso político.
Dão Ferreira - Qual sua perspectiva para a eleição que se aproxima?
Linho - Dilma será a primeira mulher a presidir o Brasil e, certamente, dará continuidade aos projetos do melhor governo da história brasileira, que é a Administração do Presidente Lula. Além disso, a bancada do PT no Congresso será maior que a atual, e as perspectivas para eleger governadores em todas as regiões do Brasil são muito grandes.
Dão Ferreira - Já tem seus candidatos a deputado, federal e estadual, a senadores, alem é claro de presidente da república e governador?
Linho - Dilma, Mercadante para governador, Marta Suplicy e Netinho para o Senado, Ricardo Berzoini para Deputado Federal e José Aristéia para Deputado Estadual, campanha à qual vou me dedicar inteiramente.
Dão Ferreira - O Zé Aristéia é candidato a deputado a dep. estadual, devida a sua extensa convivência com ele, o que se pode esperar de um Aristéia deputado?
Linho - Aristéia fez dois brilhantes mandatos de vereador e, como deputado, será implacável na fiscalização da coisa pública e será o verdadeiro defensor, que Indaiatuba espera há décadas, junto ao Governo do Estado.
Linho - Estou cumprindo o terceiro mandato.
Dão Ferreira - Como vê a atual administração da cidade de Indaiatuba?
Linho - Vejo como uma administração sem um projeto concreto de governo, desligada dos grandes temas como segurança, meio ambiente e políticas públicas. Creio que Indaiatuba passa por um retrocesso político.
Dão Ferreira - Qual sua perspectiva para a eleição que se aproxima?
Linho - Dilma será a primeira mulher a presidir o Brasil e, certamente, dará continuidade aos projetos do melhor governo da história brasileira, que é a Administração do Presidente Lula. Além disso, a bancada do PT no Congresso será maior que a atual, e as perspectivas para eleger governadores em todas as regiões do Brasil são muito grandes.
Dão Ferreira - Já tem seus candidatos a deputado, federal e estadual, a senadores, alem é claro de presidente da república e governador?
Linho - Dilma, Mercadante para governador, Marta Suplicy e Netinho para o Senado, Ricardo Berzoini para Deputado Federal e José Aristéia para Deputado Estadual, campanha à qual vou me dedicar inteiramente.
Dão Ferreira - O Zé Aristéia é candidato a deputado a dep. estadual, devida a sua extensa convivência com ele, o que se pode esperar de um Aristéia deputado?
Linho - Aristéia fez dois brilhantes mandatos de vereador e, como deputado, será implacável na fiscalização da coisa pública e será o verdadeiro defensor, que Indaiatuba espera há décadas, junto ao Governo do Estado.
Uma pormenor,“pormaior”
Quando governantes como os do PSDB falam que foram criadores de programas de cunho social, concordo com eles! Desde os militares, passando por Sarney, Collor e o próprio FHC, cumpriram com esse papel; mas aí vem o “X” da questão, um pormenor, que na verdade é um “pormaior”, e não encontraria palavra mais adequada que essa pra expor o que quero deixar claro. Em todos esses governos tivemos realmente os planos de cobertura para os de menos oportunidades, porém a abrangência desses planos era muito limitada, deixando de fora um percentual, que sequer dava pra falar, e considerar como sendo uma política para cobertura todos necessitados. O grosso dessa massa nem sequer ouvia falar de, por exemplo, uma bolsa escola. É ai que FHC e Serra junto com seus tucanos, não conseguem ou fingem não entender por que o Lula é uma supremacia, se eles também fizeram a cartilha, está lá pra todos verem e não logram do mesmo reconhecimento. Então é que voltamos na palavra que norteia o texto... ”pormaior”: ela diz bem; quando FHC fazia pra poucos, o Lula faz pra milhões...milhões com o bolsa família, milhares com o Pro Uni, milhões migrando de classes sociais inferiores, milhões comprando carros novos, outros milhões comprando móveis e eletrodomésticos, milhões de aposentados tendo aumento nos seus recebimentos...
Sem contar que boa parte desses benefícios, deverão se tornar leis, independendo de governo para sua aplicação. Ai está o “pormaior” que eles não entendem ou fingem não entender.
Sem contar que boa parte desses benefícios, deverão se tornar leis, independendo de governo para sua aplicação. Ai está o “pormaior” que eles não entendem ou fingem não entender.
sábado, 3 de julho de 2010
Ligações perigosas e licitações suspeitas para o fornecimento de merenda escolar no rastro do vice
Serra escolhe Índio e rifa Nordeste, Sul, Sudeste...
Segundo as declarações de Serra, seu candidato a vice, Índio da Costa, é “uma novidade que é um sinal de renovação”. Muito profundo esse pensamento – melhor do que isso, só se ele fosse uma coisa nova que renova...
Não julgávamos possível que houvesse algo pior para Serra do que ter o Álvaro Dias como vice. Certamente, algo pior sempre é possível – o que não contávamos é que ele conseguisse arrumar coisa pior em tão pouco tempo.
Mas a verdade é que aquilo que a “Veja” chamou de “escolha pragmática” - a escolha de outro paulista, senador de um Estado onde Serra nada tem a ganhar (aliás, só tem a perder, como mostra o apoio do senador Osmar Dias à candidatura Dilma Rousseff, ainda com Álvaro Dias como candidato a vice de Serra), aumentou velozmente a desagregação da campanha tucana.
Porém, o conserto foi pior do que o estrago. E o Dem não é culpado pelo Índio. Aliás, nem o Índio é culpado pelo Índio. Quem escolheu o candidato a vice foi Serra – é evidente que considerou, e considera, que os caciques do Dem são uma trupe de atrasados, corruptos, fisiológicos e nordestinos, e que não se estranhe a equiparação de nordestinos com atrasados, corruptos e fisiológicos.
Assim, o Aleluia, apesar do nome, dançou. Quem mandou ser baiano? Serra escolheu o mais desconhecido que pôde arrumar, como se lhe assistisse escolher o representante do Dem – e, segundo teria dito, queria um vice do Sudeste, ou seja, não queria um nordestino, apesar do Nordeste concentrar quase um terço dos eleitores do país e três vezes o número de eleitores do Rio de Janeiro.
Uma teoria assaz interessante, pois um vice do Rio ganharia, hipoteticamente, votos no Rio e mais em nenhum Estado. Já um vice do Nordeste, segundo todas as eleições desde que a República as instituiu, seria importante para ganhar votos em toda a região. Logo, Serra não pode ficar chateado se nós concluirmos, outra vez, que ele não quer nordestino por perto.
Mas o resultado prático é que ele acabou escolhendo um vice que não ganha votos em lugar algum, nem no Rio - exceto, talvez, no complexo penitenciário de Bangu, onde está hospedado o sogro do Índio, um certo Salvatore Cacciola.
O problema, evidentemente, é de Serra, e não nosso. Mas... quem é esse cara que ele escolheu? Dizem que foi relator do “ficha limpa”. Quase inacreditavelmente, nem assim alguém reparou na sua existência. Dizem que foi “prefeitinho” de Jacarepaguá. Pois nossas fontes nos botecos e adegas lusitanas da Praça Seca, Taquara, Pechincha e adjacências não confirmaram a sua passagem por lá. Se foi, e parece que foi, deve sofrer de alguma síndrome de invisibilidade.
Mais concretamente, o que se sabe são duas coisas: primeiro, que durante sua gestão na Secretaria de Administração da Prefeitura do Rio aconteceram algumas coisas estranhas, segundo uma CPI que tinha por relatora uma aliada do PSDB.
Imagine o leitor quem é o autor do seguinte texto: “sem ter, teoricamente, informações sobre os outros preços, a fornecedora [que venceu as licitações para 99% do fornecimento da merenda escolar quando Índio da Costa era secretário] sempre apresentou descontos quando tinha concorrentes, mantendo o preço cheio naquelas licitações em que ninguém disputava o fornecimento. Foi como acertar na Mega-Sena, comenta a vereadora do PSDB do Rio Andrea Gouvêa Vieira, relatora da CPI. Os resultados da CPI estão no Ministério Público”.
Não, leitor, esse texto não é de algum dilmista fanático, mas do capachíssimo Merval Pereira, serrista até os cueiros (pelo menos até que a família Marinho o mande parar com isso).
Segundo, o rapaz é genro do sr. Salvatore Cacciola – agora ele descobriu que não é, e nunca foi, mas, como dizia Gorky, o que a pena escreve nem o machado apaga, mesmo que seja a trêfega pena dos colunistas sociais, que registraram a vida do casal, sem que o Índio protestasse.
Cacciola é um recordista. Com tanto ladrão rico e tanto rico ladrão no país, ele conseguiu ser o único que foi em cana. Até os tucanos que lhe forneceram os dólares do Banco Central abaixo do preço de mercado estão à solta e fazendo campanha para Serra. Mas, depois de sua fuga do Brasil, também Cacciola estaria, se não fosse sua incrível vocação para trapaças as mais sem limites, para a ostentação vadia da riqueza obtida às custas dos outros, para a perspicaz ideia de que a responsabilidade dos malfeitos é sempre de outros, para a reivindicação de que as leis não se aplicam à sua pessoa, etc., etc.
Pois com tanto milionário precisando desencalhar as filhas, o vice de Serra foi logo escolher a filha do Cacciola - e, ainda por cima, mentir sobre o assunto. Diz ele que conhece a família Cacciola desde criancinha. Mas pertencer ao mesmo meio que um escroque não é uma atenuante.
Merenda escolar e Cacciola – bem que o Serra disse que era “uma novidade que é um sinal de renovação”. E depois os nordestinos é que são fisiológicos...
No entanto, isso é tudo o que ele conseguiu – com seus acólitos na mídia chamando a nova escolha de “palhaçada” e outros epítetos correlatos. Não poderia haver maior sinal de rejeição pública, de isolamento e de derrota.
Mas, estamos sendo outra vez demasiado otimistas quanto ao destino de Serra – ainda faltam três meses para a eleição.
C.L.
http://www.horadopovo.com.br/
Segundo as declarações de Serra, seu candidato a vice, Índio da Costa, é “uma novidade que é um sinal de renovação”. Muito profundo esse pensamento – melhor do que isso, só se ele fosse uma coisa nova que renova...
Não julgávamos possível que houvesse algo pior para Serra do que ter o Álvaro Dias como vice. Certamente, algo pior sempre é possível – o que não contávamos é que ele conseguisse arrumar coisa pior em tão pouco tempo.
Mas a verdade é que aquilo que a “Veja” chamou de “escolha pragmática” - a escolha de outro paulista, senador de um Estado onde Serra nada tem a ganhar (aliás, só tem a perder, como mostra o apoio do senador Osmar Dias à candidatura Dilma Rousseff, ainda com Álvaro Dias como candidato a vice de Serra), aumentou velozmente a desagregação da campanha tucana.
Porém, o conserto foi pior do que o estrago. E o Dem não é culpado pelo Índio. Aliás, nem o Índio é culpado pelo Índio. Quem escolheu o candidato a vice foi Serra – é evidente que considerou, e considera, que os caciques do Dem são uma trupe de atrasados, corruptos, fisiológicos e nordestinos, e que não se estranhe a equiparação de nordestinos com atrasados, corruptos e fisiológicos.
Assim, o Aleluia, apesar do nome, dançou. Quem mandou ser baiano? Serra escolheu o mais desconhecido que pôde arrumar, como se lhe assistisse escolher o representante do Dem – e, segundo teria dito, queria um vice do Sudeste, ou seja, não queria um nordestino, apesar do Nordeste concentrar quase um terço dos eleitores do país e três vezes o número de eleitores do Rio de Janeiro.
Uma teoria assaz interessante, pois um vice do Rio ganharia, hipoteticamente, votos no Rio e mais em nenhum Estado. Já um vice do Nordeste, segundo todas as eleições desde que a República as instituiu, seria importante para ganhar votos em toda a região. Logo, Serra não pode ficar chateado se nós concluirmos, outra vez, que ele não quer nordestino por perto.
Mas o resultado prático é que ele acabou escolhendo um vice que não ganha votos em lugar algum, nem no Rio - exceto, talvez, no complexo penitenciário de Bangu, onde está hospedado o sogro do Índio, um certo Salvatore Cacciola.
O problema, evidentemente, é de Serra, e não nosso. Mas... quem é esse cara que ele escolheu? Dizem que foi relator do “ficha limpa”. Quase inacreditavelmente, nem assim alguém reparou na sua existência. Dizem que foi “prefeitinho” de Jacarepaguá. Pois nossas fontes nos botecos e adegas lusitanas da Praça Seca, Taquara, Pechincha e adjacências não confirmaram a sua passagem por lá. Se foi, e parece que foi, deve sofrer de alguma síndrome de invisibilidade.
Mais concretamente, o que se sabe são duas coisas: primeiro, que durante sua gestão na Secretaria de Administração da Prefeitura do Rio aconteceram algumas coisas estranhas, segundo uma CPI que tinha por relatora uma aliada do PSDB.
Imagine o leitor quem é o autor do seguinte texto: “sem ter, teoricamente, informações sobre os outros preços, a fornecedora [que venceu as licitações para 99% do fornecimento da merenda escolar quando Índio da Costa era secretário] sempre apresentou descontos quando tinha concorrentes, mantendo o preço cheio naquelas licitações em que ninguém disputava o fornecimento. Foi como acertar na Mega-Sena, comenta a vereadora do PSDB do Rio Andrea Gouvêa Vieira, relatora da CPI. Os resultados da CPI estão no Ministério Público”.
Não, leitor, esse texto não é de algum dilmista fanático, mas do capachíssimo Merval Pereira, serrista até os cueiros (pelo menos até que a família Marinho o mande parar com isso).
Segundo, o rapaz é genro do sr. Salvatore Cacciola – agora ele descobriu que não é, e nunca foi, mas, como dizia Gorky, o que a pena escreve nem o machado apaga, mesmo que seja a trêfega pena dos colunistas sociais, que registraram a vida do casal, sem que o Índio protestasse.
Cacciola é um recordista. Com tanto ladrão rico e tanto rico ladrão no país, ele conseguiu ser o único que foi em cana. Até os tucanos que lhe forneceram os dólares do Banco Central abaixo do preço de mercado estão à solta e fazendo campanha para Serra. Mas, depois de sua fuga do Brasil, também Cacciola estaria, se não fosse sua incrível vocação para trapaças as mais sem limites, para a ostentação vadia da riqueza obtida às custas dos outros, para a perspicaz ideia de que a responsabilidade dos malfeitos é sempre de outros, para a reivindicação de que as leis não se aplicam à sua pessoa, etc., etc.
Pois com tanto milionário precisando desencalhar as filhas, o vice de Serra foi logo escolher a filha do Cacciola - e, ainda por cima, mentir sobre o assunto. Diz ele que conhece a família Cacciola desde criancinha. Mas pertencer ao mesmo meio que um escroque não é uma atenuante.
Merenda escolar e Cacciola – bem que o Serra disse que era “uma novidade que é um sinal de renovação”. E depois os nordestinos é que são fisiológicos...
No entanto, isso é tudo o que ele conseguiu – com seus acólitos na mídia chamando a nova escolha de “palhaçada” e outros epítetos correlatos. Não poderia haver maior sinal de rejeição pública, de isolamento e de derrota.
Mas, estamos sendo outra vez demasiado otimistas quanto ao destino de Serra – ainda faltam três meses para a eleição.
C.L.
http://www.horadopovo.com.br/
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