Pedagiômetro
domingo, 29 de agosto de 2010
Avante Mercadante!
Avante Mercadante!
sábado, 21 de agosto de 2010
Mais que....
Marta 133 e Netinho 650...sou...
Mercadante Governador 13...
Sou também Dilma 13 … mas, mais que isso sou...
Zé Aristéia 13666... sou Lula.
depois de tudo isso...
Sou PT, sou 13, sou igualdade de condições e oportunidades para todos...
e você, é quem? é do contra?
Vai ser contra Ricardo Berzoini, um dos melhores Ministro da Previdência Social do Brasil
2003 ― 2004 e Ministro do Trabalho e Emprego do Brasil 2004 ― 2005?
Vai ser contra Renato Simões, talvez o maior lutador em favor dos Direitos Humanos do Estado de São Paulo e do Brasil?
Vai ser contra Marta Suplicy, quando prefeita implantou os CEUs que o Kassab teve que dar prosseguimento por pressão popular? ou Netinho que deverá ser o primeiro negro a representar Esse estado?
Vai ser contra Mercadante, pessoa corretas e inteligente que conhece esse estado como a palma da mão e que porá um freio nos pedágios?
Vai ser contra Lula ou Dilma Roussef, primeira presidenta do Brasil que continuará a política de mudanças que vem dando certo?
Contra Zé Aristéia talvez o político mais combativo que Indaiatuba conhece, o mesmo que acabou com a aposentadoria de oito anos de mandato; e que fará também um combate sem trégua a esse famigerado pedágio abusivo?
Política é ideia...o individualista pratica outra coisa...não política!
Eis o Xis da questão!
sábado, 14 de agosto de 2010
Mercadante: “crime se fortaleceu a partir dos presídios de São Paulo”
Governo tucano de SP assistiu facções criminosas se organizarem e mostrarem força, diz senador
“É evidente que não é de hoje que o governo de São Paulo perdeu o controle do sistema prisional e foi de dentro dos presídios que essas facções criminosas se organizaram e têm mostrado sua força”, afirmou, na segunda-feira (2), o senador Aloizio Mercadante (PT), candidato a governador do estado pela coligação “União Para Mudar”, composta por dez partidos políticos. A afirmação foi feita durante visita do candidato ao bairro do Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo.
Apesar do candidato tucano ao Palácio dos Bandeirantes, Geraldo Alckmin, tentar desconversar sobre os atentados, a população associa as imagens dos ataques do último fim de semana ao comandante da Rota, Paulo Telhada, os 13 automóveis incendiados e os tiros disparados contra o batalhão central da corporação, no centro da cidade (ver cobertura completa na pág. 4), aos episódios provocados pelo crime organizado em 2006, na gestão de Alckmin. Na época, mesmo com os bandidos das facções aterrorizando a população, o tucano jurava que o PCC (Primeiro Comando da Capital) não existia mais. Agora, novamente, ele tenta minimizar os ataques criminosos.
Alckmin quer vender a versão de que as ações do final de semana não têm ligação entre si e que o episódio não significa quebra da rotina. O candidato do PSDB ao governo de São Paulo se limitou a dizer que é precipitado ligar os ataques ao comandante da Rota (Rondas Ostensivas Tobias Aguiar) e ao batalhão da corporação ao crime organizado. Se isso não é “quebra de rotina” para o candidato “picolé de chuchu”, imagine o que seria uma “rotina” na segurança pública para ele. José Serra também foi evasivo e disse não ter “todos os elementos”.
Em maio de 2006, o PCC promoveu um banho de sangue em São Paulo com uma série de ataques a alvos policiais no Estado, causando a morte de 493 pessoas (139 só num fim de semana), entre militares e civis, de 12 a 21 daquele mês. À época, adversário eleitoral do presidente Lula, que buscava a reeleição, Alckmin, que acabara de sair do governo para disputar as eleições, fugiu de sua responsabilidade, tentou esconder o papel das facções que controlavam os presídios do estado e chegou a insinuar que o grupo criminoso era ligado ao PT. A resposta veio nas urnas. Num fato inédito na política brasileira, o tucano teve menos votos no segundo turno do que tinha obtido no primeiro.
Para Mercadante, o descontrole do governo do PSDB sobre as ações criminosas nos presídios é tão grande que os presos que vão sair no indulto do Dia dos Pais nos próximos dias podem acabar sendo obrigados a cumprir tarefas impostas pelas facções criminosas. Segundo o senador, já era hora de São Paulo ter introduzido o controle eletrônico dos presos, em casos como os de indulto. “A situação em São Paulo é hoje muito defasada. Não há um controle efetivo dos presos, a aplicação de penas alternativas é mínima e há um descaso com a carreira de policiais e homens do sistema carcerário”, disse.
“É indispensável criar uma nova política prisional no Estado”, defendeu Mercadante, acrescentando que é necessário também que haja um melhor preparo da polícia. “Precisamos trazer a inteligência e eficiência da Polícia Federal para São Paulo e melhorar muito o policiamento ostensivo comunitário. Nas áreas críticas precisamos de unidades pacificadoras para combater o tráfico de drogas, principalmente na porta das escolas”, argumentou.
Mercadante reafirmou que a criminalidade aumentou por falta de controle nos presídios. “Hoje há 59 mil presos além da capacidade prisional e nas delegacias pouco mais de 8 mil presos. Não é função da polícia civil ser guarda penitenciário. O governo do estado nesses 16 anos colocou presídios no interior do Estado sem nenhuma medida preventiva ou compensação para essas cidades”, criticou.
Ele afirmou ainda que em seu governo irá adotar o sistema aplicado no Rio de Janeiro, das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), a serem instaladas em áreas de maior concentração de violência. O candidato disse que também irá dar contrapartidas aos municípios que receberem novos presídios, como reforços nas áreas de saúde e educação. “Hoje não há contrapartidas e há lugares em que a população de presos já superou a dos habitantes das cidades. Os presos usam o sistema de saúde, muitas famílias se mudam para as cidades e as prefeituras não têm nenhuma contrapartida, enquanto observam os seus custos aumentarem”, afirmou.
Mas, o descaso da administração tucana em São Paulo não se restringiu apenas à segurança pública. Mercadante criticou o abandono da educação no estado e cobrou maior valorização dos professores da rede pública. Alckmin, por outro lado, segue defendendo a continuidade do falido sistema de progressão continuada das escolas paulistas. As aberrações defendidas pelo candidato tucano foram ditas durante sabatina promovida pela Folha e pelo UOL na semana passada. No método, preconizado pelo PSDB, além dos professores serem mal remunerados, os alunos, que não conseguem aprender nada, não são mais reprovados. O tucano justificou a esculhambação com a desculpa da evasão escolar. Para ele, o fato de crianças de famílias ricas terem possibilidade de ter aulas particulares justificaria a não reprovação dos demais alunos. Ou seja, ao invés de melhorar o ensino, o tucano defende a aprovação automática de todo mundo. Isso tem feito de São Paulo, o estado mais rico do país, uma das piores unidades da federação em termos de qualidade na educação. O pretexto de Alckmin seria evitar uma “cultura do fracasso” entre os alunos pobres. Só que, fracassados, neste caso, não são os alunos pobres, mas sim a desastrosa política do PSDB para a educação.
Na mesma sabatina da Folha, o candidato tucano defendeu também a proliferação dos pedágios nas estradas de São Paulo. Esse assalto aos motoristas foi implantado pelos últimos governos do PSDB. Alckmin disse que “a concessão em São Paulo é bem-sucedida”. Ele, que havia ensaiado uma ligeira crítica à extorsão ao bolso dos motoristas implantada por Serra nas estradas paulistas, voltou atrás e defendeu os preços abusivos dos pedágios. O candidato tucano disse que, se eleito, vai privatizar mais estradas e abrir mais praças de pedágios. Alckmin avisou que vai começar pelas asas leste e sul do Rodoanel.
SÉRGIO CRUZ
fonte:http://www.horadopovo.com.br/